quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Conheça o sistema "cable" de Wakeboard
Cable Park é a forma mais moderna, segura e ecológica de se esquiar.
Consiste em um sistema revolucionário no qual os praticantes de Wakeboard ou esqui aquático são puxados por uma manete igual a tradicional, mas ao invés desta manete estar presa a um barco ela esta presa a um sistema de cabo aéreo que está fixo em 2 torres. Todo este sistema está acoplado a um motor elétrico super silencioso que é comandado por um computador que fica a margem do lago e controla toda a velocidade e direção do Wakeboard. Este sistema permite que se o wakeboarder não cair ele possa ficar andando sem parar até cansar.
No sistema de cable é muito mais fácil de se aprender Wakeboard devido ao cabo ser puxado para cima, aonde está a polia o que ajuda o Wakeboarder a subir. A velocidade é muita mais precisa e a aceleração muito mais suave do que em um barco.
No cable não há a marola que no iniçio do aprendizado atrapalha em muito o aluno.
Por ser praticado em um lago particular sem barcos nem hélices muitas pessoas, especialmente mulheres e crianças, se sentem muito mais tranquilos, confortáveis e confiantes para aprender. Para quem é de nível avançado ou profissional, aprender uma manobra no cable é muito mais fácil e com muito menos risco do que da forma tradicional em um barco.
Em um cable park o sistema de cable faz com que os tombos sejam muito mais suaves do que atrás do barco. O custo de se andar é muito inferior ao de um barco.
O Sistema é completamente ecológio pois não poluí água nem emite CO2.
E agora, quando teremos o um Cable Park por aqui? Fiquem ligados nas proximas noticias da ADERE, que novidades nesse sentido virão por ai.
2d Cable Park from No Cubo Filmes on Vimeo.
Consiste em um sistema revolucionário no qual os praticantes de Wakeboard ou esqui aquático são puxados por uma manete igual a tradicional, mas ao invés desta manete estar presa a um barco ela esta presa a um sistema de cabo aéreo que está fixo em 2 torres. Todo este sistema está acoplado a um motor elétrico super silencioso que é comandado por um computador que fica a margem do lago e controla toda a velocidade e direção do Wakeboard. Este sistema permite que se o wakeboarder não cair ele possa ficar andando sem parar até cansar.
No sistema de cable é muito mais fácil de se aprender Wakeboard devido ao cabo ser puxado para cima, aonde está a polia o que ajuda o Wakeboarder a subir. A velocidade é muita mais precisa e a aceleração muito mais suave do que em um barco.
No cable não há a marola que no iniçio do aprendizado atrapalha em muito o aluno.
Por ser praticado em um lago particular sem barcos nem hélices muitas pessoas, especialmente mulheres e crianças, se sentem muito mais tranquilos, confortáveis e confiantes para aprender. Para quem é de nível avançado ou profissional, aprender uma manobra no cable é muito mais fácil e com muito menos risco do que da forma tradicional em um barco.
Em um cable park o sistema de cable faz com que os tombos sejam muito mais suaves do que atrás do barco. O custo de se andar é muito inferior ao de um barco.
O Sistema é completamente ecológio pois não poluí água nem emite CO2.
E agora, quando teremos o um Cable Park por aqui? Fiquem ligados nas proximas noticias da ADERE, que novidades nesse sentido virão por ai.
2d Cable Park from No Cubo Filmes on Vimeo.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Rio Tamanduá
O Rio Tamanduá faz parte da história da cidade. Sua nascente está localizada no município de Santa Terezinha de Itaipu, à margem direita da BR-277, sentido Foz/Curitiba, e percorre um trecho sinuoso passando por propriedades rurais até desaguar no Rio Iguaçu. Desde 1978, seu recurso hídrico é utilizado pela Sanepar para o fornecimento de água à comunidade de Foz do Iguaçu.
As agressões e o nível de poluição do Tamanduá tornam a situação da água bem comprometedora, para qualquer finalidade. O turismo de aventura fica impedido de ser implantado, a prática esportiva se torna um risco, o lazer da comunidade fica comprometido e o fato de que bebemos tal água (independentemente do tratamento a que ela seja submetida) é o maior exemplo de como essas agressões ao rio impactam toda uma comunidade.
O contato direto com uma água com grandes níveis de poluição propicia inevitável contaminação por microorganismos. Ainda não há um estudo sobre as pessoas que se banham no rio com certa freqüência, mas em banhistas com contatos menores já foram constatadas contaminações.
Nas proximidades da subestação de captação da Sanepar existe o Recanto do Rio Tamanduá, local que foi freqüentado pelos primeiros moradores de nossa cidade e que ainda hoje é um dos locais preferidos para o lazer de um grande número de pessoas. Esse “recanto” pode ser considerado um marco histórico-cultural de Foz do Iguaçu e apresenta características que poderiam torná-lo um ponto turístico e de lazer para a comunidade.
sábado, 23 de outubro de 2010
Tambores da Lua Cheia
Hoje, sabado, lua cheia, espelho elétrico branco, é dia de Tambores da Lua Cheia.
Tambores da Lua Cheia é um espaço para o encontro, para compartir, para a risada, o canto, a dança, para a paixão das mãos e do coração agitando um tambor.
A idéia é deixar que a intuição e o coração guiem o encontro dos auto convocados ao ponto mais elevado de conexão com a energia da lua, através dos sons do corpo e alma, da alegria, da celebração e da paixão que emitiremos ao som dos tambores.
A intenção é de compartir e voltar para as coisas simples e pequenos momentos que enriquecem nossas vidas e que muitas vezes deixamos de lado. Vamos nos reunir em celebração ao redor do fogo e em contato com a natureza, deixando que o som nos conecte com a energia da Lua e nosso Pulso Sagrado.
O encontro estara acontecendo simultaneamente nas cidades argentinas de Cordoba, Entre Rios e Buenos Aires, Cuzco no Peru e aqui, em Foz do Iguaçu, no Hostel Natura as 20 horas. Uma grande conexão de energia que extrapola fronteiras e nos une num mesmo sentimento, o de celebrar a vida.
Tambores da Lua Cheia é um espaço para o encontro, para compartir, para a risada, o canto, a dança, para a paixão das mãos e do coração agitando um tambor.
A idéia é deixar que a intuição e o coração guiem o encontro dos auto convocados ao ponto mais elevado de conexão com a energia da lua, através dos sons do corpo e alma, da alegria, da celebração e da paixão que emitiremos ao som dos tambores.
A intenção é de compartir e voltar para as coisas simples e pequenos momentos que enriquecem nossas vidas e que muitas vezes deixamos de lado. Vamos nos reunir em celebração ao redor do fogo e em contato com a natureza, deixando que o som nos conecte com a energia da Lua e nosso Pulso Sagrado.
O encontro estara acontecendo simultaneamente nas cidades argentinas de Cordoba, Entre Rios e Buenos Aires, Cuzco no Peru e aqui, em Foz do Iguaçu, no Hostel Natura as 20 horas. Uma grande conexão de energia que extrapola fronteiras e nos une num mesmo sentimento, o de celebrar a vida.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
SUP nas 3 Fronteiras e no portal Paddle Surf
Um novo esporte esta invadindo nossa praia, ou melhor, nossos rios. O Stand Up Paddle ou simplesmente SUP,como é chamado pelos esportistas.
O esporte (modalidade de surfe praticada em pé, de pranchão e remo), que é uma pratica que vem da antiga Polinésia, é a nova febre nos litorais mundo afora e ja ganha adeptos aqui na fronteira.
Mais uma vez a galera da ADERE esta introduzindo um novo esporte na região e o reconhecimento ja esta registrado no principal portal do Stand Up Paddle no Brasil, o www.paddlesurf.com.br
Confiram a materia escrita por Marcelo Penayo e entendam um pouco mais sobre o porque desse esporte ter tudo a ver com nossa região.
Mahalo e boas remadas.
O esporte (modalidade de surfe praticada em pé, de pranchão e remo), que é uma pratica que vem da antiga Polinésia, é a nova febre nos litorais mundo afora e ja ganha adeptos aqui na fronteira.
Mais uma vez a galera da ADERE esta introduzindo um novo esporte na região e o reconhecimento ja esta registrado no principal portal do Stand Up Paddle no Brasil, o www.paddlesurf.com.br
Confiram a materia escrita por Marcelo Penayo e entendam um pouco mais sobre o porque desse esporte ter tudo a ver com nossa região.
Mahalo e boas remadas.
MATERIA PUBLICADA NO PORTAL PADDLE SURF EM 21 DE OUTUBRO DE 2010:
"Sol e muito calor quase o ano todo. Agua, muita agua. Rios, o maior lago artificial do mundo, corredeiras, as Cataratas do Iguaçu. É nesse cenário propicio que uma galera louca por esportes de aventura e principalmente pelos praticados na agua, começou a praticar o Stand Up Paddle, extendendo o esporte havaiano não somente para o interior do Brasil mas extrapolando fronteiras (neste caso a triplice fronteira) ja que a cidade de Foz do Iguaçu, onde reside essa turma, é apenas o lado brasileiro da região trinacional que engloba os paises vizinhos Argentina e Paraguai.
Os amigos e esportistas que reunidos formam a Associação de Esportes Radicais e Ecologia, a ADERE, ja fizeram historia ao introduzir outras modalidades como o rafting, a canoagem, o wakeboard e o wakesurf, sim as pranchinhas ja estavam presentes, porque, por aqui residem alguns surfistas que antes treinavam rebocados nas marolas dos barcos e agora tambem remam nos pranchões da Art in Surf.
..."
Confiram a materia na integra em: http://www.paddlesurf.com.br/travessia/foz-do-iguacu-novas-fronteiras-do-sup/
"Sol e muito calor quase o ano todo. Agua, muita agua. Rios, o maior lago artificial do mundo, corredeiras, as Cataratas do Iguaçu. É nesse cenário propicio que uma galera louca por esportes de aventura e principalmente pelos praticados na agua, começou a praticar o Stand Up Paddle, extendendo o esporte havaiano não somente para o interior do Brasil mas extrapolando fronteiras (neste caso a triplice fronteira) ja que a cidade de Foz do Iguaçu, onde reside essa turma, é apenas o lado brasileiro da região trinacional que engloba os paises vizinhos Argentina e Paraguai.
Os amigos e esportistas que reunidos formam a Associação de Esportes Radicais e Ecologia, a ADERE, ja fizeram historia ao introduzir outras modalidades como o rafting, a canoagem, o wakeboard e o wakesurf, sim as pranchinhas ja estavam presentes, porque, por aqui residem alguns surfistas que antes treinavam rebocados nas marolas dos barcos e agora tambem remam nos pranchões da Art in Surf.
..."
Confiram a materia na integra em: http://www.paddlesurf.com.br/travessia/foz-do-iguacu-novas-fronteiras-do-sup/
terça-feira, 19 de outubro de 2010
o início
É comum encontrar em Foz do Iguaçu praticantes de esportes radicais comprometidos com a preservação ambiental. Incomum é essa galera meio avessa à burocracia conseguir reunir-se numa entidade para alcançar vôos maiores. Pois não é que um povo da terrinha juntou forças para conquistar objetivos em comum!
O pensamento de alguns amigos era colocar em prática uma série de idéias, como a recuperação de rios e suas margens, de áreas verdes, além de incentivo à prática de esportes.
No início eram apenas protestos, denúncias e ações isoladas. Mas não tinha mais jeito, era preciso organização para enfrentar a batalha em prol da ecologia e da sustentabilidade que garanta as condições para que nós e nossos filhos possamos usufruir das riquezas naturais que herdamos de nossos pais. Surge então a A.S.R - Associação de Sports Radicais, que alguns anos mais tarde passou a chamar-se Associação de Esportes Radicais e Ecologia ou simplesmente ADERE.
A ADERE, é uma pessoa jurídica de direito privado de fins não econômicos, constituída na forma de associação civil, de caráter desportivo e de proteção ambiental, fundada em 30 de maio de 2000.
O pensamento de alguns amigos era colocar em prática uma série de idéias, como a recuperação de rios e suas margens, de áreas verdes, além de incentivo à prática de esportes.
No início eram apenas protestos, denúncias e ações isoladas. Mas não tinha mais jeito, era preciso organização para enfrentar a batalha em prol da ecologia e da sustentabilidade que garanta as condições para que nós e nossos filhos possamos usufruir das riquezas naturais que herdamos de nossos pais. Surge então a A.S.R - Associação de Sports Radicais, que alguns anos mais tarde passou a chamar-se Associação de Esportes Radicais e Ecologia ou simplesmente ADERE.
A ADERE, é uma pessoa jurídica de direito privado de fins não econômicos, constituída na forma de associação civil, de caráter desportivo e de proteção ambiental, fundada em 30 de maio de 2000.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Bem vindos
Salve, salve, aderianos, amigos, esportistas, ambientalistas, voluntarios, conscientes, simpatizantes, guerreiros...
Começa aqui mais uma aventura... uma nova jornada da ADERE, agora no meio digital. Este "post" estreia nosso novo canal de comunicação, de interação, de prestação de contas, mural de recados, de convites, de publicação de nossas aventuras, fotos, trilhas sonoras e projetos.
Toda opinião sera sempre bem-vinda e esperamos muita troca de idéias neste canal que não é só nosso, mas de todos que, como nós, amam os esportes de aventura e a natureza.
Abraços e tudo de bom,
Marcelo Penayo
Começa aqui mais uma aventura... uma nova jornada da ADERE, agora no meio digital. Este "post" estreia nosso novo canal de comunicação, de interação, de prestação de contas, mural de recados, de convites, de publicação de nossas aventuras, fotos, trilhas sonoras e projetos.
Toda opinião sera sempre bem-vinda e esperamos muita troca de idéias neste canal que não é só nosso, mas de todos que, como nós, amam os esportes de aventura e a natureza.
Abraços e tudo de bom,
Marcelo Penayo
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